A história que vou lhe contar aconteceu há muito tempo. Naquela época, no planeta Terra, ainda existiam alguns dragões. Não eram muitos, mas alguns se escondiam por aqui. Eles viviam pacificamente e tentavam não ser vistos. As pessoas, na maioria das vezes, nem sabiam que eles existiam, pois eles não se mostravam diante dos humanos, e apenas de vez em quando alguém os avistava por um momento.
Continue lendo →Contos curtos

Que dia cheio foi hoje! Todos estão cansados, especialmente as mamães e os papais, mas as crianças ainda querem ouvir uma história. O que fazer então? É fácil. Nesses casos, os contos curtos ajudam, pois são rápidos, mas não perdem nada de seu encanto. Se você já está querendo ir para a cama, leia um conto curto, dê um beijo de boa noite e vá dormir. Haverá tempo para uma longa história numa próxima vez.
Coelhinho Bingo dá boas-vindas à primavera
Em algum lugar não muito distante, um coelhinho procura flores na primavera.
Após um inverno rigoroso, finalmente chegou a primavera. O coelhinho Bingo corria de galochas pelos restos de neve derretida e pulava alegremente as poças. Flope o observava com interesse e aproveitava os raios quentes do sol.
Continue lendo →O avião mesquinho
Longe de uma aldeia, havia um pequeno aeroporto com dois aviões. Um era azul e o outro era verde. Eles eram conhecidos como Azulzinho e Verdinho, pois eram aviões menores. Durante o dia, as pessoas voavam neles quando queriam fazer um passeio panorâmico. Elas embarcavam e os aviões as levavam de aldeia em aldeia, de cidade em cidade, enfim, por todo o céu. Era uma maravilha. Mas à noite, os aviões tinham uma vida diferente.
Continue lendo →O coelhinho Bingo tem um dente dolorido
Em algum lugar onde sopra uma brisa suave, um coelhinho tem medo de dentista.
O coelhinho Bingo estava escondido debaixo de um banco e não queria sair de jeito nenhum. De manhã, durante o café da manhã, mordeu uma cenourinha e isso fez seu dente doer. Flope lhe disse que ele precisava ir à dentista. Mas Bingo estava com muito, muito medo dela.
Continue lendo →A magia de Sofia
No final da cidade, existia um prédio alto com vários andares. No oitavo andar, havia algo diferente. As janelas desse andar eram decoradas com lindas cortinas coloridas. A cada raio de sol, elas brilhavam em todas as direções. Às vezes, parecia que relâmpagos e cores incríveis surgiam das janelas. Quem morava lá? Lá vivia uma jovem chamada Sofia. Mas ela não era uma garota qualquer, ela era uma feiticeira boa e gentil.
Continue lendo →A imaginação de Elizabete
Além de sete rios e sete montanhas, havia um pequeno reino cercado por várias florestas. Nesse reino vivia um rei sábio com sua rainha e sua adorável filha, a princesa Elizabete. Mas ela não era uma princesa comum, ela era diferente.
Continue lendo →O coelhinho Bingo cuida de uma flor
Em algum lugar não muito longe, durante o verão, um coelhinho ganhou uma flor.
Era um lindo dia de verão. O coelhinho Bingo estava lanchando vegetais em casa quando alguém tocou a campainha.
Continue lendo →A concha e o mergulhador
No fundo do oceano, cresciam corais lindíssimos. Eram corais de diversas cores, alguns maiores, outros menores, que se destacavam em tons de vermelho, amarelo, verde e laranja. Na água, eles se moviam suavemente, acompanhando o fluxo das correntes, além de serem o lar de pequenos peixinhos, e também de muitas conchas.
Continue lendo →O ursinho corredor
O ursinho chamado João, adorava passear pela floresta. Durante suas caminhadas, ele cantava alegremente, dando pulinhos, observando os esquilos nas árvores e, quando encontrava um galho no meio do caminho, ele tirava de lá para que não atrapalhasse o percurso. João gostava muito dessas caminhadas, pois podia seguir seu próprio ritmo. Às vezes, ele se deitava no musgo para descansar e aproveitar a tranquilidade da floresta.
Continue lendo →A pintora Lúcia
Perto de um grande lago, havia uma linda casinha isolada. Ela era diferente das outras, pois cada uma de suas paredes estava pintada de uma forma completamente incomum. Na porta, estavam pintadas flores coloridas; nas janelas, joaninhas; nas paredes, cavalos galopando; e no telhado era como se árvores florescerem ali. Todas as imagens pareciam vivas. A casinha inteira parecia que vinha de um conto de fadas. Mas quem morava nessa casinha tão bonita? A pintora Lúcia.
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