Era uma vez uma menininha alegre chamada Hana. Mas ela não passava o tempo no computador nem brincando de boneca. O que mais gostava mesmo era de estar na cozinha com sua mãe.
Quando não estava na escola, as duas preparavam juntas os mais variados bolos deliciosos, e um doce perfume tomava conta da casa. Nenhuma padaria ou confeitaria deixaria de invejar aquelas delícias.

O aniversário do pai dela estava chegando, e Hana teve uma ideia. Assim que chegou da escola, foi direto para a cozinha.
“Mãe, podemos preparar um bolo para o aniversário do papai?”, perguntou animada. “Mas desta vez quero fazer sozinha, e você só me orienta no que e como devo fazer. Podemos? Por favoooor?”
A mãe sorriu. Adorou a ideia. Desta vez, não seria Hana quem a ajudaria, ela é que seria a ajudante.
“Claro, Hana. Vou ser sua ajudante, assim como você sempre foi a minha”, respondeu, fazendo um carinho nas trancinhas desalinhadas da menina.
Na manhã de sábado, o pai foi à cidade comprar as coisas para a festa da tarde. Hana trocou o pijama, escovou os dentes, lavou o rosto e correu para a cozinha. Amarrou bem o avental e abriu o livro de receitas na página do bolo de chocolate que ela e a mamãe haviam escolhido. Com muito cuidado, separou todos os ingredientes, exatamente como tinha aprendido.
“Agora é hora da mágica, como uma verdadeira confeiteira!”, disse a mãe, sorrindo.
Hana mediu com atenção a farinha, o açúcar e o leite. Depois, quebrou os ovos com tanta habilidade que não caiu nem um pedacinho de casca na massa. Juntas, prepararam a massa com capricho, e Hana ainda acrescentou pedacinhos de chocolate ao leite, os favoritos do papai. Trabalhando concentrada, parecia mesmo uma pequena padeira, e a mamãe não conseguia tirar os olhos dela.
Quando chegou a hora de colocar o bolo no forno, Hana respirou fundo. A forma estava um pouco pesada e, ao se aproximar, ela encostou sem querer na borda quente.
“Ai!”, exclamou, assustada.
Ela havia se queimado um pouquinho na mão. A mamãe correu para perto.
“Hana, eu te disse para me esperar antes de colocar o bolo no forno”, disse, enquanto colocava a mãozinha da menina debaixo da água fria.
“Eu sei, mamãe, me desculpa. Eu queria conseguir sozinha. Mas não dói tanto, de verdade”, respondeu Hana, tentando disfarçar. O braço ainda ardia um pouco, e uma pequena manchinha vermelha apareceu na pele.
Mesmo assim, ela não desistiu. Quando o bolo ficou pronto e esfriou, Hana o decorou com morangos frescos e escreveu “Para o papai” com confeitos coloridos. O resultado ficou lindo.
“Mesmo tendo se queimado um pouquinho, você não desistiu, e o bolo ficou maravilhoso. Está lindo! E, com certeza, delicioso. Estou tão orgulhosa de você!”, elogiou a mamãe, abraçando Hana.
Quando o pai voltou para casa, as duas o esperavam na sala com o bolo nas mãos.
“Feliz aniversário!”, gritou Hana alegremente.
O pai olhou encantado para o bolo.
“Está maravilhoso. Muito obrigado, meninas! Hana, foi você quem fez sozinha?”
Hana sorriu.
“Sim, só com uma ajudinha da mamãe”, respondeu.
O pai a abraçou forte, e a festa começou.
A casa foi se enchendo aos poucos com a família, e o som das risadas e da música se misturava aos elogios: todos falavam do delicioso bolo que a pequena padeira Hana havia feito para o pai.
Ela realmente fez um ótimo trabalho. E, mesmo tendo se queimado um pouquinho, aprendeu que isso às vezes acontece, até com os melhores padeiros. Um dia, quem sabe, a pequena Hana vai mesmo se tornar uma grande padeira ou confeiteira.
Maravilhosa amei a história meu sonho e ser confeiteira me inspirei muito nela amo cozinha fazer coisas salgadas e coisas doce perfeito amei!!!😋❤️🤩