Em uma pequena terra, atrás de três montanhas e três vales, morava um garotinho que adorava observar as estrelas. No entanto, Paulinho havia notado, havia várias noites, algo muito estranho: nenhuma estrela estava aparecendo no céu. A noite estava preta, preta como carvão.
Intrigado, ele ficou pensando no que poderia ter acontecido para as estrelas pararem de brilhar e decidiu descobrir a resposta. Pegou sua lanterninha para iluminar o caminho e saiu para desvendar o mistério.

Paulinho caminhou pela trilha da floresta, onde o silêncio já reinava. O único som vinha dos grilos cantando na grama. Ele não sabia bem para onde ir, até que encontrou uma sapinha.
“Oi, sapinha. Saí andando porque as estrelas desapareceram. Você sabe o que pode ter acontecido?”, perguntou.
A sapinha coaxou e respondeu:
“Eu também reparei, mas não sei de nada. Tente perguntar à coruja, ela sabe de tudo.”
Paulinho agradeceu e seguiu seu caminho à procura da coruja. Logo a avistou pousada em um carvalho bem alto.
“Boa noite, Dona Coruja. Quero saber por que as estrelas não estão brilhando. A senhora sabe o que está acontecendo?”, perguntou educadamente.
A coruja piou pensativa:
“Olha, eu não sei. Mas você precisa encontrar a fada Jasmim. Ela costuma se sentar atrás do pasto, perto do riacho. É lá que as estrelas brilham mais bonito.”
Paulinho ficou animado com o conselho.
“Obrigado, dona Coruja. Vou procurá-la.”
Ao atravessar o campo, ele chegou a um lago tranquilo. Ali, sentada à beira da água, estava uma fada de vestido azul, chorando baixinho.
“Boa noite, fada. Por que você está chorando? E por que as estrelas não estão brilhando no céu?”, perguntou Paulinho, sentando-se ao lado dela.
A fada suspirou e respondeu:
“E por que eu deveria acender as estrelas? Ninguém presta atenção nelas. Para a maioria das pessoas, elas não servem para nada.”
Paulinho balançou a cabeça com cuidado.
“Não é assim. Eu olho para as estrelas toda noite. Até meus amigos da floresta sentem falta do céu cheio de luz. De repente, só ficou a escuridão. O seu trabalho é muito importante. Por favor, acenda as estrelas.”
A fada levantou os olhos, surpresa.
“Eu não sabia que tanta gente gostava das estrelas. Obrigada, Paulinho, pelas suas palavras. Vou voltar ao trabalho. Ainda não é tarde. Espero que a gente se veja de novo.”
Naquele instante, ela desapareceu. E, naquela mesma noite, o céu inteiro voltou a brilhar.
Paulinho voltou para casa e passou horas sentado à janela, admirando as estrelas. Ele, as pessoas da vila e todos os bichinhos da floresta ficaram felizes por poder vê-las novamente todas as noites.
Seja muito essa história ela deu uma lição de moral e falou das estrelas gostei muito
Quero sim ganhar ter contos em quadrinhos e livros de desenho.
Olá
Eu adorei essa história.
Tentei salva-la mas não consegui. Seria possível você encaminhar para o meu email?
Gostaria de poder leva-la para ler as crianças , no 1o Dia de Aula.
O meu email é: amfmmoreno@gmail.com.
Desde já agradeço sua atenção.