Pular para o conteúdo
Histórias para crianças - O príncipe sapo

Histórias para Dormir

O príncipe sapo

Dita T.28 de agosto de 20256 min de leitura

Era uma vez um rei que tinha três filhas. As duas mais velhas já tinham se casado havia muito tempo, mas a caçula ainda morava com ele no castelo. Ela adorava brincar no jardim do palácio com a sua bola de vidro, que era o seu brinquedo favorito. Jogava a bola para o alto e pegava de volta, cantarolando e dançando. Mas, um dia, jogou a bola lá no alto e a bola não voltou para as mãos dela: caiu direto dentro do poço.

A princesa olhou lá para dentro, mas o poço era tão fundo que não dava para enxergar nada lá embaixo. E a princesa caiu no choro.

“Por que você está chorando, princesa?”

“Foi você que falou, seu sapão?”

“Fui eu, sim. Uma moça tão bonita devia estar sorrindo, e não aqui chorando desse jeito.”

“É que eu perdi a minha bola. Ela caiu no poço e ninguém mais vai conseguir tirar de lá”, disse a princesa, caindo no choro de novo.

“Eu pego a bola para você. Mas você tem que me prometer que vai me deixar sentar à mesa com você, comer no seu pratinho e dormir com você na sua cama.”

“Sim, eu prometo. Mas traz logo essa bola!”

O sapo pulou no poço e, num instantinho, devolveu a bola para a princesa. Ela agarrou a bola e saiu correndo para casa, sem nem olhar para trás.

“Espera!”, gritou o sapo. “Você me prometeu uma coisa!”

“Espere”, gritou o sapo atrás dela. “Você me prometeu uma coisa!”

Mas a princesa já não o ouvia.

“Quem será?”, perguntou o rei.

A princesa foi ver. Lá fora, sentado na porta, estava o sapo. Ela fechou a porta depressa e voltou para a mesa, toda aflita.

“O que foi, minha princesinha? Tem algum bicho-papão atrás da porta?”

“Não, papai”, respondeu a princesa, que já sabia que tinha que contar a verdade. “Hoje eu estava brincando no jardim e a minha bola caiu no poço. Eu prometi ao sapo que, se ele me trouxesse a bola, ia poder sentar à mesa comigo, comer no meu pratinho e dormir na minha cama.”

“Você é uma princesa, e promessa é dívida”, disse o rei, muito sábio, e mandou a princesa abrir a porta para o sapo.

“Você é uma princesa, e o que prometeu tem de cumprir”, disse o rei com sabedoria, e mandou a princesa abrir a porta para o sapo.

“Me põe na cadeira, por favor.”

“Me coloque na cadeira, por favor.”

“Chega o seu prato mais perto de mim”, pediu o sapo. A princesa obedeceu. O sapo comeu com o maior gosto, enquanto a princesa, de nariz torcido, só olhava. Ela tinha perdido até a fome.

“Estou com sono. Me leva para a caminha”, disse o sapo depois de um tempo.

E lá foi a princesa, mesmo sem vontade, levar o sapo para a sua caminha.

E assim a princesa, mesmo sem querer, levou o sapo para a sua caminha.

“O quê?!”, disse a princesa, assustada. Ele só podia estar brincando! Mas o sapo olhava para ela com uns olhões esbugalhados tão tristes que a menina tomou coragem. Fez biquinho, fechou os olhos e deu um beijo no sapo.

Quando a princesa abriu os olhos, tinha um rapaz lindo sentado na cama, bem na frente dela.

“Obrigado por me libertar”, disse o rapaz. “Faz muitos anos que eu espero pela minha amada. Uma bruxa malvada me enfeitiçou, e agora, finalmente, encontrei a moça que é para ser minha. Se você quiser, eu me caso com você e te levo para o meu reino. Eu sou o príncipe Henrique.”

A princesa se apaixonou por Henrique à primeira vista, e logo fizeram uma grande festa de casamento. O príncipe levou a princesa para o seu reino, e lá eles viveram felizes para sempre.

A princesa se apaixonou por Henrique à primeira vista, e logo houve um grande casamento. O príncipe levou a princesa consigo para o seu reino, onde viveram felizes para sempre.

Avalie a história

Contos sobre sapos Histórias curtas para dormir Histórias de fadas

1 comentário

  1. Rita de kally

    Eu amei muito obrigada pela histórias do sapo

    Responder

O que você achou da história?

Não vamos publicar seu e-mail. Lemos os comentários antes de publicá-los.

E agora?

mesmo tema e tempo de leitura parecido

História surpresa

As aulas de ciências, que eram uma vez por semana na horta da escola, agradavam a quase todo mundo. Quase: o Miguel era a…

8 minpara a idade escolar

“Galho por galho, gravetinho por gravetinho”, cantava o Seu Cegonha lá no céu. Era primavera, e ele não parava! Voava sem descanso da floresta…

6 minpara a pré-escola

Numa terra lá longe, depois da sétima faixinha do arco-íris, vivia um dragão. Não era nenhum dragão grandão e assustador, que deixava toda a…

6 minpara a pré-escola