No campo, o cheiro era de flores silvestres, e a grama fresquinha balançava suavemente com o vento. Além das flores, também vivia ali uma alegre família de coelhinhos: mamãe e papai, com seus três filhotes — Manchinha, com uma mancha preta nas costas; Bigodudo, com bigodes compridos; e Rápido, que amava correr.
Continue lendo →Martina K.
A nova casinha dos ouriços
O outono foi chegando devagarinho na floresta. Veio quietinho, mas ninguém duvidava mais de sua força. De manhã, a névoa pairava sobre o musgo, gotinhas de orvalho brilhavam na grama e o vento brincava com as folhas coloridas. O sol já aquecia por menos tempo, e todos os animais sabiam que era hora de se preparar para a chegada do inverno.
Continue lendo →Adélia e seu nome indígena
À beira de um rio largo, no limite da floresta, vivia uma aldeia indígena. Todas as manhãs, uma névoa subia da grama, e o ar tinha cheiro de fumaça das fogueiras que haviam aquecido a aldeia durante a noite toda. Ali estavam suas ocas, suas famílias e seus animais.
Continue lendo →Os bombeiros e o pomar
Na estação dos bombeiros, tudo estava tranquilo. A noite de plantão seguia calma. Eles estavam sentados à mesa, terminando o chá e conferindo os equipamentos que limpariam na manhã seguinte, quando o dia clareasse.
Continue lendo →Quando o arco-íris aparece
A manhã começou bem simples. Miguel acordou com os raios de sol entrando pela janela, e não tinha nem uma nuvem no céu. Mas, logo depois do almoço, tudo mudou: o céu ficou cinza e pesado.
Continue lendo →A sorte do trevo de quatro folhas
Depois do inverno frio, finalmente chegou a primavera. Hugo e Ana estavam animados para passar o fim de semana no sítio da tia. Tudo começava a florescer, e por toda parte o ar cheirava a primavera e aventura.
Continue lendo →As luzinhas perdidas e o pingente desaparecido
Natália e Ema já estavam esperando ansiosas fazia muito tempo para viajar com os pais nas férias. Todo ano, iam para uma pequena cabana nas montanhas, onde adoravam ficar.
Continue lendo →





