Buddy e a gatinha dos vizinhos

Meu nome é Buddy e eu sou um cachorro. Tenho o melhor dono do mundo, um menino chamado Miguel. Sou muito feliz! Tenho uma casinha quentinha, um quintal grande, muitos brinquedos, comida gostosa e, o melhor de tudo, o carinho do meu dono. Todas as manhãs, Miguel sai com seus pais, mas à tarde ele volta e sempre brinca comigo. 

Ele joga bolinhas, brincamos de cabo de guerra ou corremos de um lado para o outro. Quando todo mundo sai, sou eu quem cuida da casa. Não deixo ninguém entrar. Às vezes tiro um cochilo, principalmente à tarde, mas durmo sempre atento. Um olho descansa, e o outro fica vigiando. Hoje, como sempre, deitei na minha caminha para descansar. De repente, ouvi um barulho.

Contos para dormir - Buddy e a gatinha dos vizinhos
Buddy e a gatinha dos vizinhos

“Miau… miau”. Pulei rapidinho e corri até a cerca. Estiquei o pescoço o mais alto que pude e vi o que estava acontecendo na casa dos vizinhos. Era uma gatinha! Todo cachorro sabe: gatinhos são nossos maiores rivais. 

Vocês podem não entender, mas é assim que a gente sente. A gatinha ficou andando perto da cerca, miando e me provocando. E eu latia sem parar. Se eu pudesse, teria pulado a cerca! Mas ela era alta e forte. Foi feita no ano passado. Acho que os humanos sabiam o que estavam fazendo…

Fiquei ali latindo até a tarde, quando Miguel chegou com seus pais. Eu não queria brincar e nem comer. Miguel ficou chateado comigo. A noite chegou, e eu continuei latindo. A gatinha ainda estava lá! Logo, todo mundo ficou bravo comigo: meus donos e, provavelmente, os vizinhos também. Mas o que eu podia fazer? Só pode existir um dono da rua, e esse dono sou eu!

Fiquei pensando: “E se ela pular a cerca? E se comer minha ração? E se o meu dono fizer carinho nela?”. Então continuei vigiando. Primeiro, esperei um dia inteiro, depois uma semana, e depois um mês… Até que, um dia, ouvi de novo um barulho. Corri até o portão e não acreditei no que vi!

Não era apenas uma gata. Eram seis! A gata grande, que eu já conhecia, e cinco gatinhos pequenininhos. Pronto. Agora sim, eu estava perdido. Eles tinham vencido!

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